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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 26.

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12 de Maio, 2013

Coisas que faltam no post anterior

Inês

Não que, os que me seguem já não o saibam mas talvez não o tenha transmitido convenientemente no post anterior. Eu não quero ser uma loser qualquer apenas com o décimo segundo que desiste da escola e se atira para o mercado de trabalho. Longe disso. Eu quero tirar um curso (gestão ou economia) e ter um belo emprego pelos trinta. Apenas gostava de atrasar a fase da faculdade. Em vez de entrar aos dezoito, entrava aos dezanove. Pelos vinte e dois já saía de lá e aí começaria a minha carreira profissional. Sinto que estar em casa me prende de certa forma, me impede de enfrentar a minha evolução natural (no entanto, acho que sou bastante matura para a minha idade, e não sou só eu a afirmá-lo). Sinto que só evoluo se sair da minha zona de conforto. É isso que nos transmitem (e eu concordo claramente) pela tv, pelos livros, pela história, etc e eu, sendo jovem, fico com vontade de arriscar. Por isso é que gostava mesmo de fazer um gap year e ainda por cima algo deste tipo conta imenso num currículo pelo que só me ajudaria no mercado de trabalho. Só que lá está um gap year é outro nível tanto a nível de despesas como de mentalidades (mas ainda hei-de fazer contas e arranjar alternativas, por exemplo se considerasse ficar a viver duma família que me acolhesse, aí já não teria de pagar alojamento, com certeza devem haver famílias que queiram acolher jovens estrangeiros, só é necessário uma pesquisa bem feita nesta área, não quero ir parar a casa de um qualquer maluco). Quanto a Erasmus (e respondendo diretamente à Margarida) também já o considerei. A ideia agrada-me e também ao meu pai (falei-lhe nisso na altura). Por acaso, agrada-me mesmo bastante. Ainda não pesquisei muito a fundo sobre este programa (não sei porquê, já o devia ter feito) mas será que há bolsas? Com certeza haverá. Obrigada Margarida. Já tinha pensado nisto mas nunca da maneira como o colocaste. Clareaste-me bastante as ideias. Agradeço também a todas as outras que deram os seus pontos de vista. Bem sei que os pais devem ser ouvidos e que o que dizem não é em vão. Por vezes (muitas vezes no meu caso), as ideias confundem-se assim como as vontades e o que parece não ter solução, têm-na mesmo em frente do nosso nariz. Não garanto que o que aqui escrevo hoje e ontem se mantenha daqui a uns meses. Talvez os meus pontos de vista se tornem ainda mais confusos ou, por outro lado, muito mais claros. Talvez algo faça com que isso aconteça ou seja apenas eu. A culpa é da adolescência.

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