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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

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05 de Junho, 2013

Poker e Não Só

Inês

Podia falar-vos de como não quero que as aulas acabem já esta semana porque isto significa que vou deixar de ver o pessoal, deixar de estar com o Lid e o tempo da Amelie em Portugal se está a a esgotar mas para mudar um pouco os tópicos abordados no blog, vou falar-vos do que aprendi recentemente: a jogar poker. O pessoal da minha turma adora poker e pegaram-me o vicio! Gosto do jogo, da sorte e, principalmente, das apostas. Pelos vistos, tenho um tipo de jogo ousado. Gosto de arriscar. Jogo muito pouco pelo seguro. Mesmo que as probabilidades não estejam a meu favor, eu continuo a apostar e se tenho uma chance de ganhar com algo, aposto muito. Gosto disto e acabei de descarregar o programa para jogar poker online do pokerstars.com.

Outra novidade (que me faz falar da minha suposta healthy life que foi por água baixo depois de duas semanas: as caminhadas e tudo o mais foram um bocado postas de lado, apenas controlo o que como e quase nem isso posso dizer já que todos os dias tenho comido chocolates e chocolates e mais chocolates) é que o meu irmão comprou uma bicicleta de ginásio aqui para casa, pelo que, tenho agora a oportunidade de me relançar no exercício físico. É outra motivação. Isso era outra coisa que gostava de expor aqui no blog. Sempre fui um bocado contra os ginásios porque achava que era um desperdício de dinheiro. As pessoas, se querem fazer exercício, têm as ruas e mesmo as próprias casas. Não têm aquelas maquinetas todas mas têm outros utensílios que podem ser usados. Mas já não penso assim. O ginásio constitui, agora, um lugar de motivação, iniciativa e obrigatoriedade. Ir ao ginásio motiva-nos a fazer mais e melhor, dá-nos a iniciativa que falta em casa e obriga-nos a um maior esforço. Em casa, não há nada disto. Uma pessoa desleixa-se, perde o interesse e deixa de trabalhar para o seu objetivo. Isso foi o que me aconteceu. Se tivesse um gym acessível e que não fosse muito frequentado por gente conhecida, provavelmente arriscaria uma inscrição e começasse a treinar mais seriamente. Mas disso, por aqui, não há e, então, limitemo-nos à bicicleta nova que já não é nada mau.

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