Combater o que nos faz mal
Sou defensora de que devemos fazer tudo ao nosso alcance para ficarmos satisfeitos com a nossa vida. 'Muda de vida se não vives satisfeito' é bem verdade! Porquê contarmo-nos com o que não nos faz bem, o que nos deita para baixo, o que, simplesmente, não faz bem nem mal, o que nada faz? É das piores decisões que podemos tomar. Estamos aqui para viver ou para ver os outros viver? Pois bem, há que aproveitar esta inspiração e força de vontade que, de vez em quando, me assalta e mudar! Andaram umas coisas a acontecer deste lado mas, ao mesmo tempo, sinto que nada aconteceu. A insatisfação, ou não contentamento, com a vida que levamos é, para mim, das coisas mais tristes pelas quais podemos passar. Pior ainda quando temos uma vida que, a maior parte e mesmo nós, noutra altura, consideraríamos uma bela de uma vida! Praticamente, tudo o que faço é porque gosto e quero fazê-lo. Também não interpretem isto como se eu fizesse tudo o que me desse na cabeça, sou ponderada e sensata nas vontades que tenho. E há coisas que às vezes custariam um bocadinho para mim fazê-las mas eu arranjo maneira de as tornar mais simples e apetecíveis. Por exemplo, tardes a estudar, não me agrada nada nem pensar nelas! No entanto, se estivermos a falar de uma tarde bem passada num salão (entenda-se cafezinho com um estilo muito clássico, música do género e clientela que ronda aquelas senhoras e senhores importantes que mesmo com os seus setenta se embelezam com gosto) perto da escola com o devido cafezinho, a matemática vai muito melhor! Há que encontrar as melhores opções para nós, as que mais nos convêm, as que mais gostamos e que, portanto, não nos custarão tanto ou até se tornarão coisas que ansiamos fazer! Acho que qualquer pessoa, independentemente da idade, concordaria com isto que transmito mas apenas uma parte o põe em prática na sua vida. Sei-o porque o vejo na minha terra, na minha escola, na minha família. Aproveito também para vos dar a conhecer a nova Inês no que diz respeito aos hábitos saudáveis. Já ando nesta 'luta' há mais de um ano e é como tudo: há fases em que fui mais ativa fisicamente e outras em que nem tanto e o mesmo se passa com os hábitos alimentares. Sempre tive presente na minha consciência que o que fazia não era suficiente e essa culpa não me abandona desde então. Estou farta de a ter! Quero tornar-me aquele ser saudável que tanto ambiciono. Custa e muito. Infelizmente, tenho em mim duas coisas que não são nada boas: a falta de motivação em fazer desporto e o gosto imenso em comer aquelas comidas tão boas e calóricas que só fazem mal. Há que combater isso. Obrigo-me, agora, a manter uma alimentação mais saudável e também a ser ativa através de uma coisa que vos revelo: inscrevi-me num ginásio. Agora que paguei, sinto-me na obrigação de lá ir utilizá-lo na sua plenitude. So far o saldo é positivo. E ainda planeio inscrever-me no desporto escolar lá na escola. Volei ou badminton são as opções. Escusado será dizer que não jogo nada de jeito de volei mas isso seria outra vantagem a retirar desta experiência: aprenderia a jogar melhor. No badminton sinto-me mais à vontade e por isso gostaria mais de o jogar mas não teria tanto o espírito de equipa que é uma coisa que procuro. Tudo isto com o grande objetivo de mudar os grandes defeitos que tenho. Não é um processo fácil, tem fases, umas positivas outras negativas mas o que importa é que está a andar. Estou a combater o que me faz mal e aconselho todos a fazerem o mesmo.