E quando pensas que o teu dia acabou
e te podes vingar do longo dia no computador, televisão, sofá e cama (que rotina maravilhosa!) eis que a tua consciência te avisa que há uma hora de zumba para fazer. Lá vou eu, pronta para mais uma aula de saltinhos e passinhos com vinte e tal mulheres de meia-idade à minha frente pouco coordenadas. A alegria não é imeeensa. Tinha a Diana para vir comigo antes mas agora vou sozinha e isso não é muito emocionante. O que mais pesa é mesmo a consciência e a sensação de 'obra feita' sem qualquer pingo de culpa que vem depois. Isso vale muito. Para além disso, naquele grande auditório não dá para pensar em ti, no teu dia, nos problemas nem nas coisas boas. O ritmo não deixa nem a música alta nem os gritos e berros que algumas senhoras entusiasmadas vão dando. É zuuuummmbaaaaa prá frente!