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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

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16 de Novembro, 2013

Divergente

Inês

Acabei há poucos minutos de ler este livro. Admito que demorei imenso tempo para o ler. Meteu-se a escola pelo meio e o tempo para ler desapareceu. Ontem, lá voltei a pegar nele e a metade que faltava foi num ápice! Li este livro porque mo recomendaram sendo eu fã dos Hunger Games. Também por ter adorado a realidade dos Hunger Games li o Maze Runner. Todas estas trilogias têm como base realidades futurísticas e muito diferentes das nossas com a coragem de jovens a ter uma importância fulcral nas sociedades e ainda há espaço para o romance. Das três histórias e comparando-as (ainda que não tenha lido o Insurgente e que ainda falte também sair um outro livro da saga do Maze Runner) posso dizer que não há amor como o primeiro e Hunger Games continua a ser o meu preferido (aquele final é que estraga tudo e há uma boa chance de passar a eleger Maze Runner ou Divergente como preferido se os respetivos finais me satisfizerem). Acho que a realidade do Maze Runner é a mais distinta (embora nem depois de ler os dois livros tenha uma ideia clara da situação em que eles vivem pois há uma dificuldade enorme em distinguir o real do manipulado) e que a dos Hunger Games e Divergente têm pontos em comum. Encontrei vários, na verdade. Mas falando agora do livro em si, gostei! Bastante. Sobretudo da personalidade da protagonista, Tris, e do seu percurso, de não ser frágil, de não o querer ser, de ser capaz de ser má, crítica e até vingativa. Gosto disso. Gosto da principal personagem masculina também, Quatro. Não gostei tanto da forma como se deu o romance entre eles, tenho que dizer. Gosto de histórias de amor mais complicadas, demoradas, com voltas e voltas e não é isso que se dá aqui. É tudo rápido, simples, o amor entre os dois admite-se num ápice e pouco mais há a explorar. As suas inseguranças como rapariga também existem mas também podiam ser mais aprofundadas. Basicamente, fiquei com a sensação, ao longo de todo o livro, que o período de tempo entre aparecer um problema e este ficar resolvido é demasiado rápido. Quero mais história, mais problemas, mais aventuras. A história em si é super interessante. A realidade criada pela autora é estranha mas fácil de entender. Tudo funciona perfeitamente até que dois aspetos rompem este perfeito funcionamento: a ganância dos líderes e os Divergentes. Para não me alongar mais, aproveito apenas para dizer que este livro tem uma componente social fortíssima e pôs-me, do inicio ao fim, a pensar nos valores e ensinamentos transmitidos. Estou agora pronta para o segundo que tratarei imediatamente de arranjar. Recomendo, portanto, claro!

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