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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

11 de Abril, 2013

Ora, possas!

Inês

Nunca pensei que a adoção de hábitos de vida mais saudáveis trouxessem situações destas. Então eu explico: estava eu no autocarro a vir para casa à tarde e saco a minha maçã para o meu lanche saudável. Lá vou eu comendo e não é que acabo por partilhá-la com três rapazes que me pedincham maçã? Maçã? Really? Sentia-me como se tivesse aberto um pacote de chiclas ou um saco de gomas. Odeio partilhar a comida onde ainda vou pôr a boca. Evito essas situações ao máximo e hoje vi-me numa situação mesmo esquisita e nojenta (não conhecia minimamente um dos rapazes) e chata e que eu pouco gostei (único ponto positivo: falei com o tal rapaz 'posso comer?''podes, pelos vistos a maçã é de todos').

 

Quick Update: esta semana tem sido louca! Muito ocupada e super fixe! Pouco tempo há para aqui vir mas quando isto tudo acabar, conto-vos tudo! Hoje ainda foi um dia bem diferente. Eu e a minha turma fomos ao Porto. O dia foi fixote mas a chuva estragou grande parte dele. Sábado lá estarei outra vez mas isso depois conto-vos.

See ya!

07 de Abril, 2013

O Governo

Inês

Tenho acompanhado a situação politica e económica como quase todos os portugueses. São uma jovem interessada e preocupada e se pudesse, ativa politicamente. Tenho certas ideologias mas considero que nos tempos que vivemos as ideologias de cada partido são deixadas para segundo plano. Não importa as esquerdas ou direitas, todos governam quase da mesma maneira. Por isso, dou mais importância aos rostos que se apresentam. E, do meu ponto de vista, Pedro Passos Coelho não é tão mau quanto o pintam. E não vejo nenhuma alternativa positiva ao que temos. Sejamos realistas: se houvessem eleições agora o resultado seria um governo PS liderado por José Seguro que não inspira nenhuma confiança numa melhoria da situação. Seria apenas outro pau mandado da troika. Para isso, já estamos servidos. É complemente dispensável, e devem ser impedidas à força toda, novas eleições que apenas trariam mais despesa pública e uma crise política. O governo foi escolhido pelo povo há uns anos e deve acabar o seu mandato, deve ter tempo para agir conforme pode. É mesmo conforme pode porque está muito condicionado pela troika que é uma presença quase obrigatória e imposta por este regime democrático e europeu em que vivemos. E quem não gosta só tem uma hipótese, escolhe outro regime, outra realidade, outro país. O povo teve o seu tempo de ação e grande parte dele, simplesmente, não agiu. Preferiu o silêncio desinteressado da abstenção a outra decisão relevante e portanto, não deve agora apontar o dedo. Gostava de ver ainda este governo a adotar algumas medidas que só traziam bons resultados e uma boa imagem tanto nacional como internacional para eles: redução dos cargos políticos, dos todos os seus salários, das regalias e por aí fora. Não entendo como é que no Chipre, lugar onde a crise só rebentou há poucas semanas, já foram consideradas e aceites reduções nos salários dos grandes políticos e governantes e aqui isso ainda nem se pôs em cima da mesa. Concluindo, sim eu não quero que o primeiro ministro se demita ou que o governo caia por outra razão qualquer. Não simpatizo com o PSD mas espero que este governo seja bem sucedido. Ou pelo menos, algo parecido com isso.

07 de Abril, 2013

The Voice US vs. UK

Inês

Começou à cerca de duas semanas os programas The Voice, tanto nos EUA como no Reino Unido. Para quem não conhece, este é um programa tipo ídolos em que os concorrentes têm que cantar para quatro cantores conhecidos chamados treinadores que não os conseguem ver. Se gostarem do que ouvem, tem a opção de virar a cadeira e ver o concorrente. Desta forma, ficam com o concorrente na sua equipa. Se mais do que um dos treinadores virar, no final da atuação, o concorrente tem que escolher com que treinador ficar. Esta é a primeira fase do programa e a que mais me interessa. Na segunda e terceira fase, é suposto os treinadores ensinarem os concorrentes da sua equipa a cantar e atuar melhor. No final, ganha um único concorrente e o treinador desse concorrente. Eu tenho visto os dois The Voice e claro que é impossível não comparar. A opinião geral virtual é que o The Voice UK é muito melhor e eu concordo. Os treinadores são muito mais divertidos e a disputa entre eles é super fixe de ver. Isso é um dos fatores que faz com que este programa seja tão fixe. Ora bem, nos EUA temos o Blake Shelton (um cantor country), o Usher, o Adam Levine e... a Shakira! Tá explicada a minha razão para eu ver o The Voice US, certo? Ela entrou nesta temporada e tem sido muito engraçado vê-la lá. Tem uma presença bastante forte, faz-se ouvir e inunda o programa com aquele espirito latino. Ninguém fica indiferente. Gosto muito. O Adam Levine também é espetacular. E tem uma pontaria do caraças. Vira a cadeira poucas vezes mas quando o faz fica com os concorrentes. Não dá hipótese. Tem as melhores vozes que por lá já passaram. No The Voice UK temos o Tom Jones, o Will.i.am, o Dan (dos The Script) e a.... Jessie J! E pronto. Estes treinadores são muito mais divertidos, genuínos, engraçados e são super fixes. Se quiserem ver, deixo aqui uma página onde são carregados os dois programas logo que saem. Em Portugal, tambeém houve um programa destes há dois ou três anos mas o impacto foi mínimo. Primeiro, porque foi na rtp e depois porque os treinadores não eram grande coisa. Só me lembro do Rui Reininho. Esse encaixava-se perfeitamente e fazia valer a pena. Anyway, é isto.

06 de Abril, 2013

Pimbas! Tudo limpo!

Inês

Se quiserem que eu arrume a casa, basta dizerem-me que viram um bicho. Não aguento. Tenho logo que limpar de uma ponta a ponta tudo o que encontrar. O meu quarto hoje sofreu um destes meus ataques. Chão, cama, colchão, mesinhas, nada resistiu. E pronto. Foi este o meu sábado.

Ontem foi um dia jeitoso. Fiquei a tarde toda na escola com a Catarina a estudar matemática. Fizemos para aí uns trinta exercícios. Três horas com a cabeça na matéria. Inédito. Só cheguei a casa às sete e meia mas o sol ainda andava por aqui o que me agradou, já não me lembrava de anoitecer assim tarde. Depois, fui ainda correr um bocado mesmo quando o sol se punha e foi mesmo bonito. Tenho adorado estes momentos ao fim do dia.

03 de Abril, 2013

Happiness

Inês

Debate-se muito sobre o que é a felicidade. O conceito não é igual para todos mas afinal o que é a felicidade para cada um de nós? Surgiu-me uma definição meio catita que quero partilhar convosco. Felicidade é um momento de total satisfação para com o instante presente e as circunstâncias envolventes que um ser humano vivencia. Para mim, felicidade é apenas um momento, ou vários ao longo da vida claro. É um estado de espírito que conseguimos alcançar num dado instante. Sentimo-nos bem, satisfeitos, completos. Felizes. Penso que nem sempre nos apercebemos destes momentos felizes. Estamos tão bem que caracterizar aquele instante nem nos ocorre.

Eu lembro-me de uma situação no último verão que me fez pensar no quão bem estava. Estava na praia com a Catarina. A Diana tinha ido embora no dia anterior e nós lá estávamos junto ao mar a aproveitar as últimas horas de sol do dia. 'Call Me Maybe' a tocar, nós enroscadas na toalha a cantar e a comer, simplesmente. Pouca gente à nossa volta. Dei com uma frase na minha cabeça que ainda não foi esquecida: 'Paradise mustn't be much different from this. This is a pretty perfect moment.' E foi.

Hoje, quando estava para terminar a minha caminhada para acabar o dia, o sol ainda brilhava, as nuvens navegavam lentamente e o meu corpo quente e cansado encontrou uma paragem numa rua pouco movimentada rodeada pela natureza. Lá me sentei como se estivesse a meditar e tentei apreender a realidade que me envolvia. Sentia-me bem e satisfeita com aquele momento. Estava tudo ótimo. O dia tinha corrido bem e eu sentia-me, simplesmente, bem. No entanto, no fundo dos meus pensamentos, sabia que aquilo que sentia não era felicidade. As circunstâncias à minha volta assim o diziam. Sei que as pessoas que mais me importam não estão bem elas próprias, têm unfinished business e por isso não estão felizes nem perto disso. E isso afeta diretamente o meu estado de felicidade. E portanto, não me senti como no verão, tão perto desse lugar perfeito. No entanto, deve ter sido dos momentos em que estive menos longe de o alcançar.

 

Este post ficou meio filósofo e com umas expressões engraçado-profundas. Apeteceu-me.

02 de Abril, 2013

Lets go for a run?

Inês

Em setembro do ano passado, escrevi isto. A verdade é que nas primeiras semanas a coisa funcionou. Depois começaram as aulas. O tempo diminuiu drasticamente e o frio acabou com a minha vontade. Em janeiro ainda dei umas caminhadas mas em fevereiro o frio era mesmo horrível. Durante estas férias quis recomeçar os meus belos hábitos de treino mas a chuva não deixou. Só desculpas, portanto. Na realidade, são só mesmo desculpas que eu uso na minha cabeça. Agora começaram as aulas e o derradeiro terceiro período ameaça qualquer tempo livre que eu tenha. Mas tenho que ser sincera: não vou chegar a casa às seis e começar a estudar ou a fazer tpcs. Não fiz isso em anos e anos e não o vou fazer agora. Vou continuar a ser a mesma pc and tv addicted que passa horas a navegar na net em vez de fazer alguma coisa útil. Só que já hoje adicionei a essas duas horas, uma meia hora diferente. Cheguei a casa, vesti o fato de treino e sai de casa. Fui caminhar, corri um bocadito mas pouco. Caminhei e caminhei. Tenho aqui perto de casa uma saída de auto-estrada que não tem muito movimento e é rodeada por natureza, campos e campos e animais. Gosto muito de caminhar ou correr aí. É sossegado (até algum carro se lembrar de buzinar), puro, verde e tem descidas e subidas o que torna o treino mais esforçado. Aí, quando apanho uns momentos sem carros, corro, salto... enfim, faço figuras. E gosto. Sinto-me livre o que é uma frase demasiado batida mas é como melhor descrevo esses momentos. Sinto-me bem. Que posso fazer coisas diferentes e sentir coisas diferentes. É o que mais tenho procurado ao longo destes anos. Algo diferente na minha vida. E lá vou encontrando.

01 de Abril, 2013

(Boa) música portuguesa #4

Inês

Tenho gostado de ouvir umas coisas portuguesas que talvez também gostem. "Miúda" diz-vos alguma coisa? A mim pouco me diz. Mas, pelo que consegui apurar é uma banda formada pelo Pedro Puppe e pela Mel. Ela é a voz que ouvimos na polémica música "Com quem eu quero". Eu gosto muito da música digo já. A letra é irreverente, fresca, nova, inovadora e não encontro nada de errado com ela. Então, porque é que há tanta gente a dizer mal do verso "durmo com que eu quero"? É mau? Se assim não fosse é que estávamos mal! Sem conteúdo? Não concordo. Acho que a mensagem da música não podia ser mais clara e forte. Vejam aqui o videoclipe mas espreitem antes esta atuação ao vivo (são sempre melhores para conhecermos mais o verdadeiro artista):

Depois, ouvi na rádio no outro dia "A Chata" dos Ultraleve. Não ouvi mais nada da banda mas desta música gosto com certeza. Tem aquele toque de banda portuguesa e a letra, mais uma vez, provoca em português e acho isso fantástico.

Tenho ainda ouvido HMB. Algumas músicas deles são até bem conhecidas. 'Dia D' e 'Não me deixes partir' ouvem-se bastante. Ouçam também ;)

Eu apoio esta nova geração de músicos portugueses pop. Acho que é é bom para a industria nacional que eles existam. Vêm tarde. Mas chegaram e são bem-vindos.

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