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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 26.

Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 26.

17 de Maio, 2013

Curly

Inês

Bem, o curly passou a ser um assunto (vou já fazer ali uma tag) neste blog porque, simplesmente, não me sai da cabeça. Esta semana foi de loucos! Nunca tinha sentido coisas que senti esta semana. Comecemos pelo inicio. Lembram-se da história da viagem medieval e do rapaz a quem eu falei disso? Pois. É o curly. Sinceramente acho que, como 'receava', ele encarou esse 'pedido' um bocado mais à frente do que realmente era e desde então temos andado muito juntos. Muuuuito juntos. Todos os intervalos, todos os tempos-livres, antes das aulas e depois das aulas. E eu gosto. Gosto a forma como ele me trata. Como ele me faz sentir. Penso já saber agora o significado da expressão "borboletas no estômago". Nunca me tinha sentido tão nervosa e ansiosa como me senti todos os dias desta semana. Nem era quando estava com ele (aí estava bem), era quando não estava. Era quando estava nas aulas a queixar-me para todos os lados para aquilo acabar para poder estar novamente com ele. Abraçá-lo. Eu quero abráços agora! Dele, da Amelie e da Diana. Descobri esta semana uma nova faceta minha. Uma nova parte de mim. Ele dá-me beijinhos (muitos beijinhos all over my face - besides the lips). Andei toda animada esta semana. Sempre contente, sempre a rir. Claro que o pessoal da turma percebeu isto logo (os meus intervalos passaram a ser um pouco diferentes) e não pára de mandar bocas e piadas. Pouco me importo. Gosto de pensar que isto finalmente me está acontecer. Que, finalmente, vejo algo a acontecer. Algo a mudar. Quase não acredito que se passa mesmo comigo. Hoje ficamos abraçados para aí uns dez minutos até ao último instante que tinha antes da camioneta arrancar. Não sei exatamente o que isto é o que é suposto fazer a seguir ou como é que isso é suposto ser feito. Isto não é nenhum amor de filme nem de perto. Talvez ele nem esteja a ser cem por cento sincero no que diz (nada de 'amo-tes' ou coisas parecidas, ele é mais de dizer bem perto de mim 'gosto tanto de ti' o que parece super romântico ou whatever mas mesmo que ele não o sinta assim). Isto é muito longe de ser perfeito. Mas é real. Está a acontecer. Talvez eu esteja um bocado 'deslumbrada' por tudo isto que acontece a uma velocidade louca mas gosto disto. Não quero deixar isto desaparecer. Como li por aí (tantas coisas que agora fazem sentido!)

12 de Maio, 2013

"A Inês convidou um rapazito"

Inês

Fiz uma coisa. Se calhar fiz mal. Talvez sim, talvez não. Lembram-se de um projeto do qual fiz parte o ano passado de danças medievais e que atuei diversas vezes na viagem medieval? Foi ótimo, fantástico (podem ver os meus posts da altura) e este ano há mais. E já se pensa nisso cá em casa. Os ensaios começam em julho, está quase. Acontece que este ano o meu irmão não vai participar e eu assim fico sem par. Desastre! Podem imaginar que, visto que existe uma linha que me separa dos boys, a questão de arranjar um par para o quer que fosse (em física, tenho a sorte de o stôr dar essa tarefa sempre aos rapazes o que é um bocado discriminatório mas facilita-me a vida) seria horrível. E dada esta noticia do meu irmão, a minha continuidade no grupo de dança estava por um fio já que se punham dois problemas fundamentais: ter boleia para os ensaios e para as atuações (dezasseis kms de distância ainda são chatos) e ter um par. O primeiro penso estar resolvido já que tanto a minha mãe como o meu pai aceitaram alternar para que eu tenha sempre um que me leve e um que me traga. O segundo é que é a verdadeira pain in the ass. Chegar lá sem par é um risco demasiado grande que eu não quero correr. Então eu comecei a pensar 'eu tenho que resolver isto'. Quero ir. Mesmo sem o meu irmão. Não tinha mais nenhuma hipótese a não ser arranjar um rapaz qualquer lá da escola. E numa conversa mais ou menos banal eu perguntei ao curly se ele conhecia a viagem medieval, se gostava... e se lhe interessava entrar num grupo de danças medievais... e ser o meu par já que eu preciso de um. Tudo como se estivesse a falar duma outra coisa qualquer. Descompliquei o assunto e fi-lo porque não tinha planeado falar-lhe disto mas surgiu na minha cabeça a ideia de que ele daria um bom par e ainda por cima morava perto do local da viagem o que não traria problemas como o meu primeiro. Felizmente, ele mostrou-se interessado e até se ofereceu para me dar boleia (ele não deve saber bem onde eu moro porque se soubesse não fazia esta proposta). Também desdramatizou a situação ao não reagir como se eu lhe tivesse proposto um casamento o que me deixou contente. Ele coloca as pessoas à vontade e evita awkward moments o que é ótimo. Basicamente foi isto que fiz. Não me pareceu, na altura, grande coisa mas hoje ao ouvir a Diana a falar disto (e segundo a reação da Amelie por mensagens) dei conta que o meu convite pareceu aos outros algo do tipo convidar um rapaz para o baile (o que por só por si já é surpreendente, os rapazes é que deviam convidar as raparigas - eu admito que nestes assuntos pouco me importo quanto à discriminação feminina, a tarefa de convidar e tal é demasiado complicada para mim, se pudesse deixaria-a para os rapazes mas apoio o girl power, há que reconhecer coragem às que tomam a iniciativa). E agora que penso nisto, realmente eu convidei um rapaz para ser o meu par e dançar comigo nas danças da corte. Eu fiz isso e ele aceitou. Sem querer e sem me aperceber ultrapassei algo que pensei ser uma barreira natural em mim. E agora? A verdade é que tenho um bocado de receio do que fiz. Então eu convidei-o e ele não pôs qualquer problema, até se mostrou entusiasmado mas e se daqui a uns meses (Julho e Agosto) estivermos um bocado afastados e sermos um par em danças medievais seja super awkward e esquisito e algo que eu queira evitar a todo o custo? Nesse caso, estou feita. Não há voltar atrás porque ele já me disse que ia cancelar cenas que tinha planeadas para entrar nisto. E uma vez dentro do grupo, não quero ser a complicadora que estraga os planos à última da hora. Pensando também no lado positivo, tento encarar isto como algo que precisava de ser feito. Se não tivesse arranjado um rapaz, não poderia ir à viagem e aí perderia das melhores coisas que já fiz parte. E, visto bem a situação, ele era o único que conheço que realmente poderia gostar de fazer parte de um grupo de danças medievais. Talvez não esteja tudo perdido. Talvez até tenha encontrado exatamente o que precisava.

 

Depois de uns minutos:

Ocorreu na minha mente algo que ainda não tinha ocorrido. E se o curly encarou o meu 'convite' como a Diana e a Amelie o encararam? Será que agora pensa coisas muito mais à frente do que, na realidade, são? Aí tenho que pôr um travão. Resta saber como.

12 de Maio, 2013

Coisas que faltam no post anterior

Inês

Não que, os que me seguem já não o saibam mas talvez não o tenha transmitido convenientemente no post anterior. Eu não quero ser uma loser qualquer apenas com o décimo segundo que desiste da escola e se atira para o mercado de trabalho. Longe disso. Eu quero tirar um curso (gestão ou economia) e ter um belo emprego pelos trinta. Apenas gostava de atrasar a fase da faculdade. Em vez de entrar aos dezoito, entrava aos dezanove. Pelos vinte e dois já saía de lá e aí começaria a minha carreira profissional. Sinto que estar em casa me prende de certa forma, me impede de enfrentar a minha evolução natural (no entanto, acho que sou bastante matura para a minha idade, e não sou só eu a afirmá-lo). Sinto que só evoluo se sair da minha zona de conforto. É isso que nos transmitem (e eu concordo claramente) pela tv, pelos livros, pela história, etc e eu, sendo jovem, fico com vontade de arriscar. Por isso é que gostava mesmo de fazer um gap year e ainda por cima algo deste tipo conta imenso num currículo pelo que só me ajudaria no mercado de trabalho. Só que lá está um gap year é outro nível tanto a nível de despesas como de mentalidades (mas ainda hei-de fazer contas e arranjar alternativas, por exemplo se considerasse ficar a viver duma família que me acolhesse, aí já não teria de pagar alojamento, com certeza devem haver famílias que queiram acolher jovens estrangeiros, só é necessário uma pesquisa bem feita nesta área, não quero ir parar a casa de um qualquer maluco). Quanto a Erasmus (e respondendo diretamente à Margarida) também já o considerei. A ideia agrada-me e também ao meu pai (falei-lhe nisso na altura). Por acaso, agrada-me mesmo bastante. Ainda não pesquisei muito a fundo sobre este programa (não sei porquê, já o devia ter feito) mas será que há bolsas? Com certeza haverá. Obrigada Margarida. Já tinha pensado nisto mas nunca da maneira como o colocaste. Clareaste-me bastante as ideias. Agradeço também a todas as outras que deram os seus pontos de vista. Bem sei que os pais devem ser ouvidos e que o que dizem não é em vão. Por vezes (muitas vezes no meu caso), as ideias confundem-se assim como as vontades e o que parece não ter solução, têm-na mesmo em frente do nosso nariz. Não garanto que o que aqui escrevo hoje e ontem se mantenha daqui a uns meses. Talvez os meus pontos de vista se tornem ainda mais confusos ou, por outro lado, muito mais claros. Talvez algo faça com que isso aconteça ou seja apenas eu. A culpa é da adolescência.

11 de Maio, 2013

O drama familiar que eu nunca tive e agora tenho

Inês

A questão da minha educação nunca se colocou aqui em casa. Seguiria, sem quaisquer problemas, o exemplo do meu irmão. Até me saí melhor, com melhores notas e assim. Não entrei no colégio que estava planeado, no qual o meu irmão andou, e segui uma área diferente numa escola pública. As notas continuaram boas e nunca foram um problema do tipo "não posso entrar nesse curso porque não tenho média". Acontece que o tempo de deixar a secundária aproxima-se a passos largos (falta um ano mas ainda assim) e eu penso no que vou fazer a seguir. Porque o que vou fazer a seguir já não é brincadeira nenhuma. É um assunto seríssimo que mais do que nunca decide mesmo o meu futuro. Tal como o meu irmão, o passo seguinte para mim deveria ser a faculdade. No Porto, sem dúvida. Mas eu debato-me com isto. Não tenho vocação nenhuma nem gosto especialmente da área em que estou (economia). Apenas a escolhi porque gostava menos de todas as outras. Portanto, não tenho pressa nenhuma por ter um curso superior. Desde que falámos em inglês do gap year que tenho matutado neste assunto para mim. Não falo aqui em casa porque sei exatamente a resposta. A verdade é que eu não quero ir para faculdade e a principal razão é porque não me sinto preparada. Não me sinto preparada para enfrentar um mundo de pré-adultos, uma escola enorme cheia de exigências, um tipo de ensino completamente diferente. Tenho receio disso. Não quero mandar-me já para um mundo assim tão diferente sem ter crescido em alguns aspetos da minha vida primeiro. Esta é principal razão e vocês são os principais a conhecê-la porque dizê-la em voz alta é complicado. Para além disto, gostava de começar a trabalhar mas aqui se põe outro problema. Se eu digo que quero fazer uma pausa na escola antes da faculdade para trabalhar e arranjar algum dinheiro para mim, os meus pais caem-me logo em cima porque eu tenho mais é que estudar, fazer tudo direitinho para depois ter um emprego melhor. Blá, blá, blá. Gostava ainda (mas isto é mesmo só gostava porque eu sou realista e aqui em casa não há dinheiro para uma coisa destas) de levar a cabo a ideia de gap year. Ir uns meses para um país nórdico e trabalhar lá. Mas isto é para esquecer. Outro argumento com o qual eu concordo a cem por cento foi me transmitido pela Gehenna no seu blog nesta publicação: "Já me tinha queixado por aí algures sobre o quão enfadonho é este ritual que nos é imposto: estudar, trabalhar e consumir. Quereremos mesmo basear a nossa vida nisto? Quereremos mesmo chegar aos 80 anos e recordarmo-nos como escravos de um sistema que funciona em prol de uma minoria?". Não podia ser mais verdade. Os meus pais, principalmente o meu pai, não considera nada mais que isto: estudar, tirar o curso superior, casar, ter filhos, comprar uma casa de campo e para ele isto é a felicidade, é o objetivo de vida. Não entende que há outras formas de viver, outras perspetivas sobre a vida e que esta nem sequer é minimante satisfatória (ele falhou totalmente na dele e vê o meu irmão a ir pelo mesmo caminho - ainda hei-de vos falar do meu pai). Mas explicar-lhe o meu ponto de vista é uma luta quase impossível. Ele é exatamente o estereotipo de homem de sessenta anos português com as ideologias que vocês estão a imaginar. Mas continuando, eu, parva e a pensar em algum tipo de milagre, disse ao meu pai que estava a pensar em trabalhar depois do secundário durante um ano e entrar na faculdade depois e pumba! Para quê que falaste Inês... Para além do sermão que levei e de o único argumento do meu pai estar mais que discutido, ele foi dizer à minha mãe. E ainda não lhe tinha dito nada e ela ficou chocada e disse que eu estava maluca. Mas com ela ainda dá para discutir que ela ouve-me mas leva-me pouco a sério. Odeio quando não me levam a sério. Odeio quando não levam os jovens a sério. É tão difícil para nós fazermos valer as nossas opiniões. Desvalorizam-nas completamente. Somos jovens, não sabemos nada da vida, dizem eles. Mas queremos saber e têm que nos deixar vivê-la segundo as nossas vontades e opiniões. Temos espírito critico, deixem-nos utilizá-lo. Anyway, arrasta-se aqui por casa uma 'conversa séria' que ainda não aconteceu. Falando realisticamente (porque não vale a pena sonhar), o que eu gostava mesmo de fazer era acabar o secundário e sair daqui. Ir para um outro ponto de Portugal e trabalhar. Arranjar um trabalho que pagasse razoavelmente e me desse experiência e me ajudasse a crescer. Se não fosse demasiado pesado em termos de horas, faria também voluntariado numa qualquer área que precisasse. Se me deixassem, era isto que fazia. Mas ainda falta um ano e num ano muita coisa pode mudar (I wish!). Lutemos então pelas mudanças.

10 de Maio, 2013

Andar a pé

Inês

Durante este ano tenho andado bastante a pé. Tanto para apenas caminhar na perspetiva de fazer exercício como para me deslocar. Antes, não saia de casa. Pouco conhecia da minha própria vila mas agora é um pouco diferente. Ando por caminhos novos, descubro lugares e adoro isso. Gostava de começar agora a andar de bicicleta para ir um pouco mais longe e ganhar independência. Por exemplo, muitas quero ir ter com a Diana mas não dá porque mesmo vivendo na mesma terra estamos ainda muito longe (sete minutos de carro) para ir a pé. Só que quando digo isto à minha mãe ela não aceita. Eu por aí fora de bicicleta? "Tás maluca!" é o que ela me diz. Sei que teria que ter cuidado mas é preciso arriscar! Hei-de a convencer. Até lá vou a pé para ali e para aqui. Aqui em casa, utiliza-se muito o carro para distâncias que eu considero ridículas. Já sabem que eu sou contra o desperdício e para mim isso constitui um tipo de desperdício mesmo meeesmo dispensável. E não só. Promove o sedentarismo, a falta de exercício, piora a saúde e muitos outros aspetos negativos. Enfim. Andem a pé! Ou de bicicleta.

09 de Maio, 2013

Mixórdia de Temáticas #2

Inês

Ou simplesmente, pensamentos no autocarro:

 

- Mais vale estar calada. Por duas vezes, falava de um rapaz e ele chega sem eu a ver e provavelmente, deve ter ouvido alguma coisa. Possas!

 

- Quão fixe é o génio da turma (literalmente, média de quase dezanove) copiar o teu método de apresentação oral e na apresentação, passar a maior parte do tempo a olhar para ti em busca de sabe se lá o quê? O Luís é um fixe, pá! Sabiam que ele reza antes e durante os testes e ainda antes de os receber? Ali à nossa frente. Pergunto-me se o faz mesmo com convicção e se, de facto, isso terá alguma influência em alguma coisa.

 

- A maior parte das conversas por sms são uma treta. Blá, blá, blá... Tento evitar ao máximo este tipo de conversas e tenho uma politica quanto a sms: dizer apenas por sms o que seria capaz de dizer pessoalmente. É tão ridículo aqueles que por sms são melhores amigos e ao vivo mal se olham.

 

- Já agora, preciso de comprar um charriot (aquelas cenas para pendurar cruzetas, varões). Alguém sabe onde posso arranjar disto?

 

- Gosto cada vez mais de estar com o curly. Ele deixa-me contente por dentro. Provavelmente, chamar-me-iam pita parva e estúpida. Sou só uma adolescente a aproveitar-me de um bocadinho de atenção de um rapaz. Fuck it. I like to feel happy inside.

 

E é isto.

Tenho ouvido muito Mackemore e muito Pentatonix mas neste preciso momento estou a ouvir isto:

See ya!
09 de Maio, 2013

Coisas de Mim #9

Inês
Adoro meias coloridas. Quase todas as que tenho são coloridas ou com frases ou desenhos engraçados. Na minha turma, quase todas as raparigas só usam aqueles meias curtinhas e pretas. Eu nem sequer tenho dessas.
07 de Maio, 2013

Mixórdia de Temáticas

Inês

Tenho umas quantas novidades para vos contar mas a vontade não é muita. Comecemos pelo mais importante: a feira. Correu muito bem do meu ponto de vista. Do ponto da vista da organização (eu), a feira foi ótima: muitos vendedores, lugar fantástico, tempo maravilhoso, circulação de pessoas razoável e tal, visto que foi a primeira que levei a cabo, o resultado foi um sucesso. Do ponto de vista dos vendedores, podia ter sido melhor. Eu vendi onze euros o que é bom (já tive muito piores). Quanto aos outros, uns venderam bem, outros, provavelmente, não voltam. O que gostei mais foi levantar cedo e preparar o espaço e receber as pessoas. Os vendedores iam chegando e, quando me viam a ir na direção deles, devem ter pensado 'é esta rapariguita que está a tomar conta disto?' o que é engraçado ver algo tipo isto na cara deles. Adorei. Orgulho-me do que fiz e quero repetir. Vou já esta semana falar com o presidente para avançar com outra data. Ah! E sabem uma coisa? Apanhei alto escaldão. Provavelmente, dos piores que já apanhei. É remédio santo para andar cheia de calor e não precisar nunca de casaco. Todos cheios de frio e eu a pedir para abrirem as janelas. Foi fixe, pá! Deixo-vos aqui uma fotinha da feira para terem uma ideia de como foi.

 

Quanto ao resto, estamos em época de testes (há já duas semanas) mas não me parece. Estas semanas têm sido ótimas, cada vez melhores! Tenho feito imensas coisas, principalmente ao fim-de-semana, o que me faz esquecer a escola e todo o trabalho que esta traz. Uma coisa boa em fazer trabalhos à última hora (coisa impensável há uns anos, agora é rotina) é que o nervosismo e o stress desaparecem um bocado (devia ser ao contrário mas comigo é assim). Quanto aos testes, estão a correr bem. Sabem outra coisa? Tenho gostado da matéria de filosofia. Nunca gostei. Entendia a matéria e tal mas não gostava. Acho que o programa de filosofia é uma treta pela simples razão de nos fazer decorar teorias e pessoas à letra sem espaço para opiniões pessoais. É filosofia mas basicamente o nosso espírito critico tem que ser mínimo porque só aceitam o que está no livro e isso não me agrada. E dizem que filosofia faz-nos pensar mas não concordo. Durante todo o décimo e grande parte do décimo primeiro, filosofia fez-me pensar muito pouco. O raciocínio repete-se. Só aceitam o que está no livro por isso pensar para quê? Agora, a coisa mudou um pouco de figura, a matéria continua a ser matérias mas consigo relacionar-me mais com ela, entendê-la melhor e agora, sim, penso nela. Estamos a dar conhecimento cientifico e sentido da vida. Esta última, admito que me conquista como nunca outra. É isso.

 

See ya!

03 de Maio, 2013

Foi um dia fixe

Inês

Fui de calções para a escola, tive teste de português (que correu... terei um 15?), joguei ping-pong pela primeira vez nas mesas da escola (que lindo espectáculo de se ver), passei a tarde na galhofa com a Catarina, a Diana e o curly e pelo meio ainda deu para estudar para o teste de filosofia. Gostei. Gosto cada vez mais destes dias. Domingo é o grande dia para mim. O Dia da feira. Amanhã serão os últimos preparativos e depois é esperar que tudo corra bem. Não como planeado. Melhor que isso.