Hoje
Hoje foi melhor. Bem melhor. A manhã foi alta treta na mesma. Não me consegui concentrar mais de quinze minutos nos livros. Estava sozinha na escola. Ninguém conhecido como planiei mas em vez de isso ser bom para mim e me obrigar a estudar, não. Continuava triste e deprimida e sem paciência para economia. Sentei-me e pouco depois levantei-me, abandonei os livros e fui para um banco no meio da cidade. Liguei ao Lid e falámos durante quarenta minutos. Ele podia só dizer asneiras que eu não me importava de o ouvir. Durante todo o tempo do mundo. À tarde, chegou a Amelie e foi ótimo. Vê-la deixou-me logo bem-disposta. Ri-mos muito e conversámos ainda mais. Depois, ainda mais à tardinha, chegou o Lid e isso então deixou-me nas nuvens. Estivemos juntos cerca de um hora mas pareceu tão pouco. Passou tão rápido. Foi muito bom. A tarde deu-me muitos momentos bons para relembrar. Mas, agora, sentada aqui em frente ao pc sinto-me como se pudesse escrever este post aqui em baixo. O estado de espírito é o mesmo. As saudades mantém-se. Estar com eles hoje foi bom, muito bom, mas não pareceu suficiente. E a ideia do tempo a esgotar-se não me sai da cabeça. Não me sai da cabeça. E isso mata-me. Mata-me por dentro. Preciso de um remédio para isto. Por favor. Alguém?