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Teenage Dirtbag

yound adult na tarefa árdua de tentar ser alguma coisa de jeito.

Teenage Dirtbag

yound adult na tarefa árdua de tentar ser alguma coisa de jeito.

26 de Dezembro, 2013

What have I done?

Inês

Acabei as últimas noites às tantas da manhã depois de maratonas de One Direction. Estes meninos andam a ocupar-me tempo demais. E descobro toda aquela cena Larry! que, para quem não sabe (como eu até há uns dias ), é o bromance (ou mesmo romance à séria) entre o Harry e o Louis. Estes dois, inúmeras vezes, trocam olhares e cenas que deixam a suspeita no ar, ou seja, tudo o que é necessário para alimentar todo um fandom louco e histérico de adolescentes desejosas disto. Devo dizer que detesto essa euforia toda exagerada das miúdas que fazem qualquer banda perder toda a credibilidade neste mundo. Gostar é uma coisa, fazer os berreiros que aquelas meninas fazem é outra coisa e é coisa que não aguento. Uma das consequências dessa histeria é o desrespeito que existe e chuva de criticas que cai sobre a boysband por parte de todos aqueles que não conhecem nem querem conhecer os trabalhos deles. Antes, eu era uma dessas pessoas. Feliz ou infelizmente, agora não sou e dou comigo a ouvir e ver tudo o que apanho sobre eles na web. Estou perdida. (e o meu preferido é o Zyan. pronto. fui.)

E o Harry é espetacular em palco. E eu adoro ver isto.
26 de Dezembro, 2013

Aceitar o que somos

Inês

Vezes demais me debato mentalmente acerca do que devia ser e não sou e do que devia fazer e não faço. São guerras que tenho comigo mesma dentro deste cérebro que não dá ordens suficientemente bem dadas ao coração ou ao corpo que também possuo. Diversas vezes ao dia me culpabilizo desde o acordar até ao deitar, respetivamente por fazer estas duas coisas a horas demasiado tardias que me estragam completamente o dia inteiro que vivo e o seguinte. Ao longo do dia, ainda me martirizo, vezes sem conta, por comer todas as porcarias que como ou por não comer algumas porcarias mas as desejar. Também exerço uma pressão terrível por causa do meu desleixo quanto ao exercício físico e do quanto este me custa enquanto o faço. Também, por vezes, adoto atitudes, principalmente com a minha mãe, estúpidas sobre as quais me envergonho e arrependo no mesmíssimo momento em que as realizo. Um dos meus grandes problemas, se não o maior, é esta culpa/pressão que coloco constantemente em cima de mim e das minha ações. Se não o fizesse, acredito que seria muito mais feliz. Porque the less you care the happier you'll be é verdade e eu, sabendo e tendo plena consciência desta verdade, continuo a não conseguir pô-la em prática comigo mesma. Seria tudo muito mais fácil se apenas aceitasse diversos factos acerca da minha pessoa, como por exemplo, não ser aquela rapariga saudável que tem uma alimentação equilibrada e um estilo de vida recomendável e que, principalmente, gosta de ser assim; ou que, sem algo planeado, não tenho a força suficiente para saltar da cama antes do meio-dia. Tudo seria mais fácil se assim fosse mas não é. Levanto-me já a pensar na porcaria que sou por não ter feito nada produtivo e ter desperdiçado tanto tempo no meu quinquagésimo sono inteiramente desnecessário. Gostava tanto de ser capaz de, simplesmente, aceitar os meus defeitos e falhas e andar para a frente. Lembro-me que no último livro que li, Divergente, havia lá um pensamento que não esqueci que era algo do género 'a culpa serve para nos lembrarmos e fazermos melhor para a próxima'. Pois... Que lindo pensamento. E torná-lo realidade? E resistir à tentação de fazer asneira que sabe tão bem? Onde arranjar coragem e resistência suficientes para nos tornarmos melhores versões de nós mesmos e ser feliz ou como aceitar a pessoa que somos e, também assim, ser feliz?