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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

26 de Fevereiro, 2014

Hoje sonhei com um sonho

Inês

Sonhei com uma das coisas que mais gostava que acontecesse nos próximos tempos. A meio do sonho, questionei-me se aquilo seria mesmo realidade ou fruto do meu subconsciente. Pensei para mim que, por não estar a ser perfeito e ter os meus awkward moments característicos, aquilo só podia ser mesmo real. Continuei, então, a viver o meu sonho, mais feliz ainda por estar certa que estava realmente a falar com a minha crush de décimo segundo. De repente, acordei. Com a sensação de ter vivido uma vida inteira numa noite.

24 de Fevereiro, 2014

Segredos

Inês

Hoje estive a pensar sobre a parte de mim que os que me 'conhecem', de facto, conhecem. E dei conta que até há umas quantas coisas que, de certa forma, escondo por mil e uma razões. Apenas uma mão cheia de pessoas sabe que frequento aulas de dança do ventre. Ainda menos pessoas sabem que tenho este blog. Elementos tão presentes no meu dia-a-dia e, ao mesmo tempo, diria eu, inimagináveis parta quem lida comigo todos os dias.

23 de Fevereiro, 2014

Estás a perder 'qualidades', Inês!

Inês

Até ao secundário, eu era menina para estar acordada até às duas da manhã sem qualquer problema! Ir para cama é que era o verdadeiro pesadelo. Não via nada positivo nisso. Tinha medos! De fantasmas, bichos, do escuro, enfim! Tudo o que eu queria era ver as investigações criminais que passavam de madrugada na sic e evitar, a todo o custo, o momento de ir dormir. Não gostava. Acho que é um pouco normal nas crianças não gostar de ir dormir. Para mim, era um martírio. Mal entrei no secundário, houve uma mudança. Leve no inicio, enorme mais à frente. Não sei se é de acordar às seis e meia da matina, se da própria rotina que, ainda que não seja das mais cansativas (tenho as tardes todas sem aulas), me deixa exausta. Começam a chegar as seis da tarde e o sono assalta-me logo. Lá me vou mantendo a acordada mas se me encosto, é certo que adormeço. E isto é durante toda a semana, de segunda a domingo. Tomo cafés, fico em frente a ecrãs montes de tempo, até chego a tomar red bull e consigo adormecer na mesma. E parece que o meu cérebro até está a aprender a se despertar sozinho. Então não é que não vou para além das onze ao fim-de-semana? Onde é que isto já se viu? Eu fazia maratonas de cama se me deixassem antigamente! Do género, acordar às duas da tarde e pedir para dormir mais tal era a cola que me agarrava à cama! Nos dias de hoje, parece que algo me alerta assim do nada, eu abro os olhos, fico um pouco alarmada por ninguém me acordar e já deve ser tardíssimo e afinal são onze e pouco ou, pior!, dez e qualquer coisa! Enfim. Já não sou o que era. A culpa é dos dezassete, só pode.

21 de Fevereiro, 2014

Eu não fiz isto. Não posso ter feito isto.

Inês

Onde é que já se viu? Abro um pacote de lentes novas, mensais, e ao fim do dia deito-as fora como se das diárias se tratasse. A isto é que eu chamo desperdício! E deitar umas dezenas de euros fora assim como quem não quer a coisa. E não quis mesmo claro. Mas passou-me completamente. Se pudesse tinha-me batido a mim mesma. Que estupidez.

20 de Fevereiro, 2014

A matéria que mais custa a digerir

Inês

Se há disciplina com a qual mais me revoltei ao longo destes doze anos de escola (vamos esquecer a matemática por momentos) é o Português. A gramática que tenho nos meus livros é das coisas mais inúteis de sempre. Categorizam-se e classificam-se coisas com a mais nula utilidade. I mean, mesmo quem estuda as palavras e se dedica por completo à nossa língua, precisa realmente de saber que uma certa forma verbal tem um determinado aspeto gramatical ou o raio que o parta? Significa o que quer dizer e ponto final. Para quê complicar e inventar nomes a algo que pode ser tão bonito como a língua portuguesa? Porque pode mesmo e é. Mas não me venham com uma palete de características de tragédia clássica e drama romântico que não quero, nem preciso de saber! Nomes que remontam há séculos atrás, à civilização romana e grega! Isto a que chamam matéria faz-me questionar seriamente se estou a estudar num país desenvolvido do séc. XXI. Porque pouco tem a ver. Frei Luís de Sousa? For god's sake! O Sermão? Ainda entendo (pouco) a aplicação nos dias de hoje desta obra como lição pedagógica sobre a humanidade mas e Os Maias? O ponto a que nos obrigam a que 'entendamos' a obra, aprofundando aspetos tão desinteressantes é inteiramente inadequado e uma perda de tempo e capacidades simples. Quanto ao programa de décimo segundo, sobre esse já tenho a dizer coisas muito melhores. Acho sim interessante e oportuno lermos Fernando Pessoa. Dos Lusíadas já não digo o mesmo mas, ainda assim, a abordagem que lhe damos é, de longe, melhor que a que demos no nono ano e a tudo o que demos no décimo primeiro. Português é, na minha opinião, uma disciplina ambígua e discutível. Simultaneamente, à promoção do nosso espírito crítico e liberdade criativa, somos obrigados a entender os textos, poesias e obras da forma como o sistema assim o quer. Para mim, isto faz muito pouco sentido. Todos os entendimentos estão formatados. Detesto. Segunda tenho teste intermédio e a juntar à desconcentração que já tem sido característica durante este ano, esta minha revolta contra os livros e papéis que tenho à frente só me lixam. É um erro enorme mas não dou para mais. Segunda confiarei num pouco de sorte, na minha escrita articulada e coerente e no poder de argumentação porque o domínio da matéria está longe. Muito longe.

20 de Fevereiro, 2014

Foi na minha turma que se disse #16

Inês

Na aula de matemática, o André pesca muito pouco dos assuntos. Calculadora gráfica, o que é isso? Duas funções num mesmo gráfico, é possível? Cenas deste género. Basicamente, andou a dormir nos últimos dois anos e perdeu a maior parte da matéria. Ele dá a desculpa mais espetacular que já ouvi para isto:

- Estive preso, pá!

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