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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

30 de Abril, 2022

Sintra em Abril de 2022

Inês

No fim-de-semana passado fui a Sintra com as minhas amigas. Foi um sítio novo para as três e já estávamos a precisar assim de um plano de girls numa aventura nova. A última vez que passeámos juntas foi de autocaravana no verão passado. Portanto, lá fomos. Fomos de carro, eu a conduzir, e foi a primeira viagem assim grande que fiz na vida. Três horas a conduzir em auto-estrada, seguido. Eu gosto de conduzir por isso até foi fixe mas é de facto cansativo. E deixámos o carro estacionado na vila, sem o voltarmos a usar. Aliás, compramos bilhetes de autocarro para ir lá cima ao Palácio da Pena pelo que ter ido de carro foi um bocado inútil. A única mais valia foi ir e vir à hora que quisemos. E ainda, o nosso alojamento ficava mesmo em frente à estação de comboios de Sintra, pelo que foi duplamente inútil (e pouco sustentável). Ir de comboio teria servido perfeitamente e teria mais o carácter de long trip. Mas pronto, foi uma experiência e valeu também por isso.

Chegámos no sábado ao final do dia e fomos só visitar a vila e o centro histórico. Fiquei logo encantada. Eu não pesquisei nada de Sintra. Só tinha visto aquelas fotos postais que nos aparecem nas redes e etc mas não tinha nenhuma ideia do que ia encontrar. Nunca procuro nada sobre os sitíos para onde vou. É sempre uma surpresa. É um misto de preguiça com vontade de descobrir in loco. Então achei logo muita piada aos edifícios antigos numa vila que parece construída em ponto pequeno. E as ruas estreitas que levam a um recanto atrás de outro. Acho sempre essa parte uma das melhores quando conheço vilas ou cidades novas. Nesse dia, fomos ao Pingo Doce e comprámos uma lasanha, uma garrafa de vinho, tostas e paté para jantar em casa e assim poupar uns euros. Foi um jantar fixe que terminou a ver Taskmaster (btw, programa espetacular!). Pelo meio, ainda tentámos fumar um charro que eu levei porque tinha em casa reservado para quando estivéssemos as três num ambiente que proporcionasse mas o facto é real: nós já não somos novas e não servimos para isso. Metade a dividir por três e tomamos a decisão unânime de não continuar porque não nos estava a saber bem. Mais vale o copo de vinho na mão e depois nem isso porque o sono força as pálpebras e já nenhuma de nós aguenta. Foi a constatação de que mesmo com as circunstâncias reunidas, já não é como de antes. Já não saímos à noite mesmo que nos seja possível, já não bebemos nem fumamos como dantes. Já não há madrugadas inacabáveis e só nos sabe bem ficar a rir sóbrias e ir para a cama cedo. É com uma grande nostalgia que recordo outros tempos mas está tudo certo. Foram vividos e isso é que importa. Faz parte do crescimento.

Mas bem, depois no Domingo e nosso segundo dia, não fizémos grande coisa de manhã e acabamos por passar quase todo o dia no Palácio da Pena. Eu não sou grande apreciadora de tempos históricos nem de arte histórica. Não percebo grande coisa também. Nunca tive grande capacidade para fixar os estilos de arte, a arquitetura, os reis e tudo isso. Também não me interessa especialmente e não consigo criar na minha cabeça um fio condutor da história. Quando é que inventaram a eletricidade ou outras grandes inovações e conjugá-las com os Reis ou as democracias ou outros regimes. Faz-me tudo alguma confusão, admito. - E isto faz-me lembrar algo que o Followthesun partilhou em relação a explorar natureza vs. explorar cidades ou locais históricos. Diz ele que gosta muito mais de viajar em sítios naturais e paisagens no meio da natureza do que locais com presença humana pois a natureza não exige explicações, basta apreciar. - Mas pronto, eu aprecio minimamente entrar no Palácio e ver que houve pessoas que viveram ali, daquela forma, há uma centena de anos atrás. Antes das guerras mundiais... É curioso e confuso também. Os jardins são bonitos. Mas o que gostei menos e mais impactou a minha experiência foi a quantidade de gente que estava nos arredores do Palácio (e em Sintra inteiro, já agora). Demasiada gente. Demasiados turistas. Sou suspeita porque também eu o era, a aproveitar aquele fim-de-semana prolongado, mas é muita gente. Estraga a paisagem e a visita dentro do palácio. Uma fila de gente a andar a um ritmo super cansativo. Andamos imenso, ficamos estafadas e nem sequer subimos nem descemos qualquer parte da serra. Foi tudo dentro do Parque da Pena entre a entrada principal e a entrada dos Lagos. Nem sequer vimos os jardins completos. Havia muito para ver ainda. E tantos outros palácios. Mas seria impossível em dois ou três dias ver tudo. No dia seguinte, era suposto passarmos duas horas na Quinta da Regaleira e passámos quatro! Muito mais pequena mas com tanto para ver também! Sitíos bonitos para fotos bonitas. Não propriamente para descansar, porque once again, muita gente. Mas a Quinta da Regaleira é um sítio encantado. As grutas que ligam os diversos pontos por debaixo da terra. Os caminhos e jardins por cima... Imensas fontes. Muito giro! E as vistas tanto da Regaleira como da Pena são espetaculares. Esta também costuma ser das minhas partes favoritas: os miradouros. Via-se até ao mar. Os reis daquele tempo tinham grande vista! Mas pensar naquele tempo, naquela riqueza só de alguns e saber que muitos mais viviam em pobreza e indignidade... Não consigo descolar dessa ideia e por isso talvez não me fascine assim tanto. Mas Sintra no geral encantou-me! E deixou ainda muito por ver. Diversos palácios e toda a costa! Fica para uma próxima, com certeza.

27 de Abril, 2022

Como ser parte do problema, sem querer.

Inês

Sou uma mulher de 25 anos em pleno ano 2022 e considero-me relativamente bem atualizada no que toca aos temas que assolam a cultura política, social e mainstream dos dias de hoje. Com orgulho, sou feminista e questiono frequentemente os conceitos tradicionais e sociais que nos moldam a vida. Ainda assim há poucas semanas parei, pensei e dei por mim a fazer pressão ao meu irmão para ter filhos. Ora, foram simples perguntas mas demasiado frequentes: A Isabel já está bem de saúde? Já podem? Quando? Há muitos cenários que poderiam estar a ocorrer e eles não tinham obrigação de os partilhar comigo. E cenários que poderiam ser dolorosos. A Isabel poderia não querer e o meu irmão estar a debater-se com isso, e eu sempre a pôr o dedo na ferida, não para resolver, só para atirar achas. Poderiam estar a tentar, sem sucesso e tal ser razão de tristeza para ambos. Poderiam não poder e isso também ser triste. Mas a idade vai avançando, eles já com 40, e eu sem querer mas fazendo mossa, continuei a questionar. As perguntas só eram endereçadas ao meu irmão (não seria capaz de as colocar diretamente à Isabel) por isso acho menos mal. Ainda assim a intenção esteve lá. Intenção de saber sobre a vida dos outros, num assunto tão íntimo e importante como o de ter filhos. Sim, os outros são os meus mais próximos mas still. E a minha curiosidade vem de um único sítio: sei que é o sonho do meu irmão e como tal quero que o sonho se realize. É um motivo egoísta pois um bebé não deveria servir para fazer os que cá estão mais felizes mas depois de muito pensar também não encontro grandes motivos altruístas para se ter um filho hoje em dia no mundo ocidental. Ou queremos que haja descendência; ou achamos que é nossa obrigação social e moral construir família; ou que uma criança irá resolver os nossos problemas familiares; ou é o nosso propósito porque nos disseram que era assim que funcionava; ou ainda que é o ciclo natural da vida. E eu também acho que é, simplesmente ainda não o entendo como ciclo normal da minha vida. Mas bem, eu tinha muitas razões egoístas para querer um bebé na família. Eram todas egoístas na verdade. E quis com muita força. E felizmente, esse sonho está prestes a realizar-se.

26 de Abril, 2022

Parar para descansar

Inês

A semana passada teve só quatro dias (como esta, aliás) mas pareceram-me dez dias seguidos. A TPM é lixada. Fico uma pilha de nervos com todas as emoções à flor da pele. Há sempre um dia em que é certinho que vou chorar compulsivamente a achar que tudo vai correr mal. Apesar de já saber como as minhas hormonas se comportam, não fica mais fácil aguentar a tensão. Além disso, a semana passada também foi crítica pois a Fofinha teve que ser internada devido a diversos problemas de saúde que apareceram. De repente, o cenário ficou negro. E eu destrambulhei-me toda emocionalmente. Não conseguia dormir direito nem minimamente descansada. Estava sempre em alerta para ver como a Fofi estava. Na sexta arrastei-me para o trabalho. Foi dos dias em que me custou mais e senti que a minha cabeça estava completamente fora da empresa. Ter ido ao escritório foi puramente uma obrigação laboral sem sentido. Depois (e meio que infelizmente) já tinha um fim-de-semana planeado com as minhas amigas fora de casa pelo que nem sequer ansiei que chegasse o sábado pois já sabia que descanso não ia ter. E pior, ia estar longe de onde sou necessária e queria estar. Mas a vida é assim. E ter planeado este fim-de-semana de lazer também foi importante sobretudo porque era com as minhas pessoas favoritas e íamos conhecer um sítio novo. E o plano já tinha algumas semanas e estava pago. Depois para adicionar à festa de merdas que aconteceram e calharam mal, a minha mãe teve que ir para Lisboa para uma consulta o que a obriga a estar três dias fora de casa. Felizmente, o dia em que ela sai é o exato dia em que eu regresso. Isto já é a segunda vez que acontece precisamente desta forma. Creio que não preciso de saber como vai ser à terceira (o que faz com que fique ainda com menos vontade de passear). No momento crítico que é, a Fofi ficar sozinha quatro horas é muito. Por isso se eu já não tinha vontade de ir ao escritório depois do reboliço que foi a semana passada, então foi com ainda menos vontade que fiquei e portanto liguei ao meu chefe e pedi para tirar esta semana de férias. E sobre isto é curioso como a vida é lixada e o quanto nós a complicámos. Eu andava já há umas semanas com um problema na cabeça por resolver que era simplesmente arranjar um plano para a semana de férias que marquei em Junho. Não tenho plano com ninguém e nem faço grande questão. Estava numa de voltar a fazer algo a solo. Porém, a minha cabeça estava um nó por causa de uma pressão artificial que eu criei para arranjar um plano ou não arranjar um plano e ir na mesma mas fazer algo efetivamente que me dê gosto no final. Porque agora eu sinto pressão em tirar férias e quais os melhores dias/semanas para o fazer e o que fazer com elas! Chega a ser ridículo. Supostamente as férias são a melhor parte da vida e são tão escassas! E vai-se a ver e são a fonte de um problema. Porque no resto do ano é tudo fácil. Vou trabalhar e pronto. Os dias correm bem, gosto do que faço e com quem faço e a vida normal é espetacular na maior parte das vezes. Mas depois temos que tirar 22 dias de férias. E eu acho que os tenho que aproveitar bem porque são só 22 dias. E depois não sei o que fazer e tirar dias para ficar em casa está absolutamente fora de questão. E chego a um ponto em que por uma data de razões, quero lá saber dos dias e tiro-os agora porque preciso urgentemente de ficar só em casa. De descansar. Sem ter horários para me levantar, sem ter que picar o ponto, sem ter que ouvir as mesmas pessoas do gabinete. Só quero estar em casa a olhar para a minha Fofinha, a dar-lhe de comer de seringa porque agora é assim até ela ficar boa (e por favor que isso aconteça), a dormir com ela, a fazer-lhe festas. Até trabalho, oriento as minhas responsabilidades porque gosto do que faço e consigo fazê-lo a partir de casa. Só não me obriguem a estar longe. E eu não tenho filhos por isso sei que é à partida é uma comparação mal amanhada mas a Fofi é o mais parecido a um filho que eu tenho. Faço o que for preciso e só quero cuidar dela enquando tiver a sorte de a ter comigo. Sinto um amor imenso que só cresce a cada dia que passa. E vê-la a envelhecer parte-me o coração. Custa muito e vai custar porque há coisas que não conseguimos evitar mas enquanto a tenho, é tudo para mim e farei tudo por ela.

16 de Abril, 2022

Sobre viver com depressão, sem a ter.

Inês

A minha mãe tem uma doença. Chamam-lhe depressão crónica e é uma grande merda. Sempre a conheci assim por isso sempre foi parte da minha realidade. Porém admito que há dias que custam mais. A ela claro e a mim também. Custam-me a mim porque lido com ela mas sem lhe poder mexer. É difícil chegar a casa e ver a mãe na cama. É difícil sentir a aura cinzenta quando se entra na porta. É difícil chegar a casa e não ter jantar nem comida porque não lhe apetece cozinhar nem comer. É difícil ter a casa toda de pantanas porque a mãe nem se lembra como é arrumar ou limpar, nem quer, nem lhe apetece. É difícil não ter uma casa fixe para mostrar, porque não está decorada com as decorações normais, só há paredes brancas e os móveis essenciais. Não há tapetes, não há cortinados, não há quadros. Quase que me esqueço que as casas normais têm tudo isso e mais ainda. Mas lembro-me quando sou visita de outras casas e outras famílias. É difícil acordar ao sábado, chamá-la para levantar, ir à praia caminhar uns metros e não mais porque ela não aguenta, chegarmos a casa e ela deitar-se logo porque está cansada. É difícil vê-la a ir fumar para a varanda, cigarros atrás de cigarros, em jejum, antes de ir dormir, em todos os momentos, todos sempre. Porque para isso parece que há motivação. E vê-la buscar aquele copo de vinho escondido no armário. Porque não há dinheiro para nada mas para isso parece que há. É difícil ter que pagar as contas, pagá-las a todas, pagar o psicólogo, as viagens de comboio e o que teima em aparecer do nada e mesmo assim a minha mãe quebrar em choro porque só tem oitenta cêntimos na conta. E então claro tranfiro um salário para a conta da mãe porque o dinheiro não tem valor parado e só interessa se for para a fazer mais feliz. Mas não passa. Agora chora porque a vida não é assim e sente-se inútil e um estorvo na minha vida. E aqui é a minha mãe e a depressão a falar. Porque a depressão é fdd. Tira a energia e a motivação para se fazerem coisas e depois entrega rios de culpa por nada ter sido feito. E é difícil ouvir a minha mãe adormecer a chorar e continuar a chorar a dormir. Porque nem a dormir os pensamentos negativos param. É difícil escalar este monte que é a vida com uma pessoa às cavalitas que traz pedras na mochila. Grandes pedras, e algumas estarão sempre com ela. E sei disso e nem sei se o esforço vale a pena. Mas se a alternativa é deixar cair, então não é alternativa e claro que vale a pena.

Há dias mais frustrantes. Hoje foi um dia deles. Em que só queria que houvesse um botão para eu desligar a negatividade que habita na mãe. São dias de muita contradição em que me esforço para compreender que são consequências de uma doença estúpida que controla a vida das pessoas, pior que uma perna partida. Mas custa pôr o nosso esforço e tentar orientar a vida de uma família, agora de apenas duas mulheres, e ser tão difícil. É muito frustrante. E penso em todas as possíveis soluções com a energia e a minha obcessão normais. E depois tenho que me lembrar que não posso exteriorizar porque a minha velocidade não é a mesma que a dela e só a assusta. E então mantemo-nos na inércia e num lodo à espera de melhores dias. Mas enfim. É uma parte da vida. Uma vida que se quer cada vez melhor. Eu sou muito descrente naquilo que não conheço mas só me resta acreditar que de facto melhores dias virão.

02 de Abril, 2022

As voltas que a vida dá

Inês

Comecei a trabalhar em 2017 e rapidamente me vi parte do autoproclamado Grupo da Cantina. Éramos aqueles que almoçavam todos os dias, religiosamente, na cantina da empresa e como éramos poucos - só seis pessoas - ficámos próximos. Éramos amigos, sobretudo três de nós que partilhávamos a mesma faixa etária e alguns interesses. Os restantes colegas da empresa (todos bastante mais velhos) gozavam um pouco connosco porque passávamos as horas a rir e dávamo-nos muito bem (talvez demasiado bem para o workplace). Éramos os happy fools, literalmente, daquela empresa. A nossa cumplicidade e empatia era, de facto, muito boa. Depois os anos passaram (embora não pareça porque o covid nos roubou dois anos num piscar de olhos) e foram entrando pessoas e saindo outras... Saiu a Deb porque se fartou e quis mudar de vida (e mudou!), depois saiu a D. Maria para a reforma. Entretanto entrou a Sil. que também já saiu porque arranjou melhor e nos últimos meses fomos presentados pelo Nu. e a R.. Mas agora saiu o Ser. e esta saída custa mais. Porque o Ser. entrou praticamente ao mesmo tempo que eu e que a Ju e nós os três éramos um núcleo. Apesar que nos últimos meses eu estive mais afastada porque tive maior necessidade de almoçar em casa e o covid também nos retirou muito do tempo que partilhávamos em conjunto. E nos últimos tempos tanto que mudou! Entrou muita gente nova, mudaram-se gabinetes, mudaram-se funções... Somos levadas mais a sério mas realmente perdemos muitas das graças que tínhamos. A saída do Ser. deixa-me realmente com pena, sobretudo, pela forma como foi feita. Quero acreditar que ele também o quis. E depois porque o núcleo se quebra desta forma. Acabou-se o JIS. Já sei como isto funciona. É muito bonito dizer que as amizades se mantém fora da empresa mas já conheço a realidade e, sobretudo, a minha realidade e deixando de haver tema no dia-a-dia, já não vai haver nada para manter a conversa. Haverão outros colegas a entrar, outros grupos de whatsapp a serem criados. E tu Ju, terás lugar na empresa enquanto quiseres. Surpreendentemente para mim e para muitos, eu não me vejo a sair (mas bem, esta saída abrupta só prova que não há mesmo garantias para ninguém) e também não te vejo a sair. Talvez daqui a uns anos. Talvez. Até lá, o JIS passa a JI. A tríade passa a parelha. Mais afastada do que outrora mas prometendo a aproximação. Porque a vida é assim e em quase cinco anos já cabem alguns ciclos. E agora começa um novo, para todos.

E é bom ver que para todos os invernos há um início de primavera que lhe segue. Uma forma bonita de o planeta dar sentido à vida.

Sol, sonos tranquilos e Harry Styles. Curiosamente, com um "as it was" bem apropriado ao feeling desta semana.