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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

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31 de Março, 2014

A carta, pois claro!

Inês

Uma das grandes mudanças que chegar aos dezoito possibilita é a de tirar a carta de condução, esse grande poder e coisa adulta! De facto, tirar a carta é sinónimo de alcançar liberdade e independência e é, sem dúvida, algo imperativo na ordem natural da vida de cada jovem/adulto. Mas ter a carta, um carrito ou mota e dinheiro para o sustentar é, antes de qualquer coisa, uma enorme responsabilidade! O que não me falta ouvir são coisas do género 'estou a tirar o código', 'já fiz x aulas de condução' e bla bla bla. É uma prática generalizada. Lá pelo meio também se ouvem uns 'reprovei na condução'. E eu fico triste pela pessoa em questão, claro, mas depois de pensar um pouco, reflito acerca da dificuldade que deve ser passar no exame de condução. E falo em dever ser, literalmente. É um exame que deve, ou devia em todo o caso, ser de uma dificuldade elevada para, assim, se garantir que só andam na estrada aqueles que, efetivamente, são responsáveis e 'talentosos' (porque acredito que é preciso ter jeito para tudo e há aí muito boa gente que não tem jeito para conduzir) para o fazer. Porque, se essa filtragem não for rigorosa, imaginem o perigo que não 'passa' todas as semanas das escolas de condução para a realidade rodoviária. E, infelizmente, essa filtragem, pelo que tenho visto e ouvido, não é, de todo, rigorosa. O sistema de cunhas, mais que enraizado em Portugal, é ridículo, injusto e, sobretudo, perigoso para a segurança pública. Falando agora do meu caso, ainda não estou inscrita em nenhuma escola de condução nem sequer considero muito essa hipóteses. Falta o dinheiro para a inscrição e, posteriormente, mais dinheiro para dar o uso à carta. Para além disto, também não estou muito motivada para tal e, também bastante importante, não sinto a necessidade. Os transportes públicos e uma ou outra boleia dos pais vão servindo bem para os planos. Quando deixarem de servir, e se der, lá me atiro às aulas de código e tudo o mais.

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