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Teenage Dirtbag

Este blog é o meu diário. Mais para mim do que para vocês. Uma tentativa de arquivo de pensamentos. "Teenage" como quem diz... já são 25.

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12 de Março, 2014

Relativizar as pessoas

Inês

Acredito que todos nós temos algo de bom e de mau. É como aquele símbolo a preto e branco que diz que todo o bom tem algo de mau e todo o mau tem algo de bom. Radicalizar opiniões, parece a qualquer cidadão da cultura ocidental, excessivo e, basicamente, um erro (ainda que entre nós muitos assuntos sejam levados ao extremo; ainda assim há sempre dois lados e só não vê os dois lados quem não quer ver). Com as pessoas passa-se o mesmo. Porquê marginalizar completamente uma pessoa por esta levar avante atitudes que não gostamos? Ok. Isto não está bem explicado. Claro que, se não vamos com a cara de alguém, falar com ela ou estar na mesma zona que ela, torna-se numa tarefa indesejável, entendo. Fazê-lo pode até ser descrito como falsidade. Eu prefiro achar que é sermos politicamente corretos, minimamente simpáticos e sociáveis como qualquer pessoa educada deveria ser. No entanto, porquê não tentar conhecer para além do que conhecemos? Tomar uma parte como o todo é errado. Sinto-o como errado e não gosto de ver a acontecer à minha frente. Entristece-me a ideia de as pessoas com quem passo mais tempo e de quem gosto imenso não dêem sequer uma oportunidade a outras pessoas de quem também gosto. Não quero pensar que, sendo desta forma, podem estar a obrigar-me a escolher. Não quero escolher. Não faço escolhas desse género.